A verdade, é que dá medo. Não dá pra escolher como se sentir e nem pra controlar.
Dá medo ver todos os sonhos que se tem, sendo naturalmente construídos junto com os sonhos do outro. Dá medo de se entregar assim, por inteiro. Dá medo de perder. Dá medo de perder a esperança.
Quando se tem algo especial, tentamos proteger de todas as formas possíveis pra que nada estrague, nada se quebre e eu sei que algum dia desses impedir que algo não tão bom aconteça estará fora de controle. E é nessa hora que toda a amargura do passado bate na porta. O que eu faria se o mundo desabasse de novo sobre mim?
Nos momentos de saudade intensa, gostaria de não agir como uma menininha idiota, carente e chorona. Ouvi dizer que nunca se deve por a felicidade nas mãos do outro mas fazer o que se meu coração só se acalma quando estou ali vivendo naquele paraíso. Tudo lindo, tudo colorido, tudo tranquilo e o sorriso mais sincero e bobo estampado na cara.
Tive um pesadelo. Lá eu não era correspondida. Amava demais, era amada de menos. Tudo era mais importante que eu. As conversas haviam se tornado monótonas, os planos já não se encaixavam, as piadas perdiam a graça e os melhores amigos haviam se tornado apenas, desconhecidos convivendo no mesmo espaço. Algo te soa familiar?
E se fosse verdade?
...
Dá medo ver todos os sonhos que se tem, sendo naturalmente construídos junto com os sonhos do outro. Dá medo de se entregar assim, por inteiro. Dá medo de perder. Dá medo de perder a esperança.
Quando se tem algo especial, tentamos proteger de todas as formas possíveis pra que nada estrague, nada se quebre e eu sei que algum dia desses impedir que algo não tão bom aconteça estará fora de controle. E é nessa hora que toda a amargura do passado bate na porta. O que eu faria se o mundo desabasse de novo sobre mim?
Nos momentos de saudade intensa, gostaria de não agir como uma menininha idiota, carente e chorona. Ouvi dizer que nunca se deve por a felicidade nas mãos do outro mas fazer o que se meu coração só se acalma quando estou ali vivendo naquele paraíso. Tudo lindo, tudo colorido, tudo tranquilo e o sorriso mais sincero e bobo estampado na cara.
Tive um pesadelo. Lá eu não era correspondida. Amava demais, era amada de menos. Tudo era mais importante que eu. As conversas haviam se tornado monótonas, os planos já não se encaixavam, as piadas perdiam a graça e os melhores amigos haviam se tornado apenas, desconhecidos convivendo no mesmo espaço. Algo te soa familiar?
E se fosse verdade?
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