Ele se foi.
Deixou memórias que vou levar até o fim dos meus dias. Tudo parecia dar errado pra que eu pudesse estar diante daquele palco nesta última quinta-feira mas quando o dia (finalmente!!) chegou, foi tudomuito melhor do que eu havia tantas vezes sonhado.
É muito gratificante acompanhar um ídolo tantos anos de longe. Principalmente, um ídolo que vai passando suas experiências através da música. Incrível como ele nunca toca uma música do mesmo jeito.
"Stop this train" me lembrou o momento que tive notícia do granuloma em sua garganta. Imaginei que seria o fim, que nunca poderia vê-lo, o que tornou tudo ainda mais surreal.
Vi em "Dear Marie" a sua emoção, as lágrimas em seus olhos e naquele momento, senti toda a dor nos pés, a fome, o cansaço, a sede, ir embora...valeu a pena.
Não houve uma música que não tenha me arrepiado, envolvido, enlouquecido. Em "Slow Dancing in a Burning Room", minha preferida, flutuei....me envolvi de amor, transbordou meus olhos.
Pobre de quem gosta dele apenas pela sua inegável beleza. Pobre de espírito! Show do John Mayer é como um encontro de almas! É claro que eu fui privilegiada pelo ar mais intimista da apresentação em São Paulo mas não há como negar a sua excelência.
24 músicas, quase 3 horas de show, a homenagem linda em verde e amarelo, os "Meninos do Murumbi", os sentimentos diferentes que se misturaram, o sorriso de satisfação em ver a recepção calorosa do público e quando eu achei que o show tinha acabado..."Gravity", um show à parte.
Quando realmente acabou, o vazio. Logo, a felicidade.
Hoje quando encostei a cabeça em meu travesseiro e lembrando de tudo isso, escrevi esse texto, sorri.
É isso que você trás Jhony, sorrisos. Você me deixou "onde a luz está". Até breve!
Deixou memórias que vou levar até o fim dos meus dias. Tudo parecia dar errado pra que eu pudesse estar diante daquele palco nesta última quinta-feira mas quando o dia (finalmente!!) chegou, foi tudomuito melhor do que eu havia tantas vezes sonhado.
É muito gratificante acompanhar um ídolo tantos anos de longe. Principalmente, um ídolo que vai passando suas experiências através da música. Incrível como ele nunca toca uma música do mesmo jeito.
"Stop this train" me lembrou o momento que tive notícia do granuloma em sua garganta. Imaginei que seria o fim, que nunca poderia vê-lo, o que tornou tudo ainda mais surreal.
Vi em "Dear Marie" a sua emoção, as lágrimas em seus olhos e naquele momento, senti toda a dor nos pés, a fome, o cansaço, a sede, ir embora...valeu a pena.
Não houve uma música que não tenha me arrepiado, envolvido, enlouquecido. Em "Slow Dancing in a Burning Room", minha preferida, flutuei....me envolvi de amor, transbordou meus olhos.
Pobre de quem gosta dele apenas pela sua inegável beleza. Pobre de espírito! Show do John Mayer é como um encontro de almas! É claro que eu fui privilegiada pelo ar mais intimista da apresentação em São Paulo mas não há como negar a sua excelência.
24 músicas, quase 3 horas de show, a homenagem linda em verde e amarelo, os "Meninos do Murumbi", os sentimentos diferentes que se misturaram, o sorriso de satisfação em ver a recepção calorosa do público e quando eu achei que o show tinha acabado..."Gravity", um show à parte.
Quando realmente acabou, o vazio. Logo, a felicidade.
Hoje quando encostei a cabeça em meu travesseiro e lembrando de tudo isso, escrevi esse texto, sorri.
É isso que você trás Jhony, sorrisos. Você me deixou "onde a luz está". Até breve!
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